O
início é sempre complicado. Queremos colocar o nosso dinheiro para
trabalhar e não sabemos como. Ouvimos conversas de que a poupança é
ruim, que o nosso Banco nos aponta a direção do seu próprio lucro
e não do nosso. E queremos um norte, um caminho e este artigo busca
te dar isso.
Para
começar, você deve, antes de qualquer coisa, organizar a sua vida
financeira. O que isso significa? Sentar e colocar no papel os seus
ativos (quanto de recurso financeiro entra por mês) e passivos
(quanto de dinheiro sai por mês) e ver se sobra alguma coisa. Se não
sobra, nada tem alguma coisa errada. O que fazer? Como investir sem
dinheiro?
EIS
A SOLUÇÃO: “PRIMEIRO PAGUE-SE A SI MESMO”, considere-se um
credor de si mesmo. Como assim?
Este
singelo princípio trazido na obra “O homem mais rico da babilônia”
traduz todo o esforço primordial que devemos adotar para começar a
realizar os nossos aportes mensais e acumular patrimônio.
Decerto
que devemos organizar nossas finanças, diminuir nossas despesas,
estabelecer limites para o cartão de crédito – com relação ao
cartão de crédito: gosto de utilizar duas regras: 1) limite máximo
de até 1/3 do valor da minha remuneração e 2) passar no cartão
apenas compras parceladas (nada de à vista) –, cortar o que for
supérfluo, etc; mais se não tivermos o compromisso, de
primeiro,
separar os dez ou vinte por cento para acumular patrimônio, nunca
vamos conseguir dar o primeiro passo.
Uma
sugestão para diferenciar os valores a serem gastos pode ser: -
separar 60% para pagamento das contas/compromissos; - 10 ou 20% para
entretenimento; e 20 ou 30% para formar seu patrimônio. Essa
porcentagem varia conforme o seu perfil, você pode juntar apenas 5%
ou 10% e depois ir aumentando.
Feito
isso, você está pronto para o próximo passo, que é saber onde
investir e por quê?

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